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domingo, 28 de fevereiro de 2010

FIDELIDADE E SUBMISSÃO


Ambos, marido e mulher, têm de estar com suas vidas nas mãos de Deus


“...Não me instes para que te deixe, e me obrigue a não seguir-te; porque aonde quer que fores, irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu, e aí serei sepultada; faça-me o Senhor o que bem lhe aprouver, se outra cousa que não seja a morte me separar de ti” (Rute 1.16-17)

Isso é fidelidade. É o que Deus deseja que tenhamos dentro dos nossos corações, fazendo parte do nosso caráter. Meu amigo leitor, como é que se pode descobrir a pessoa fiel? Quando vemos sua fidelidade a Deus. A mulher é o símbolo da Igreja. O marido representa o Senhor Jesus e ambos formam um só corpo. Você mulher, que é dona-de-casa, entenderá bem essa comparação: num purê, cozinham-se primeiro as batatas. Assim é o namoro. Depois que o casal conhece bem o caráter um do outro, quando um passa o seu perfume para o outro, através do amor, da consideração, então partem para o casamento. É justamente como se amassássemos aquelas batatas, transformando-as num purê. É claro que se amassarmos sem acrescentar mais alguma coisa, o purê ficará sem gosto.

É por isso que o leite é importante e, na nossa comparação, o leite é o Espírito Santo, o qual faz a união. No purê, as batatas se ligam de tal forma que ficam irreconhecíveis. Assim é no casamento. Os dois se tornam um só corpo.

A Bíblia diz: “As mulheres sejam submissas a seus próprios maridos, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas a seus maridos” (Efésios 5.22).

Ora, a submissão da qual nos fala a Palavra de Deus não é aquela tipo “capacho”. Não signi-
fica que o marido possa chegar lhe impondo tudo que deseja, todos os seus caprichos. Absoluta-mente não.

O marido não pode e não deve considerar sua esposa tal qual escrava; pelo contrário, ela é
aquela doçura de pessoa, a qual faz parte do seu eu. Tudo que acontecer com ela, acontece com ele, porque são um só corpo. Ela é submissa no amor. O coração dela está sob o coração dele; ela é de Deus, tanto quanto ele.

Ambos, marido e mulher, têm de estar com suas vidas nas mãos de Deus. Ele aparece no
púlpito, pregando, orando pelo povo. Ela está por detrás dele, dando-lhe apoio, força, estimu-
lando sua fé, orando e jejuando por ele, o qual, por sua vez, tem a obrigação de amá-la, porque estará amando a si próprio.

Efésios 5.28-29 diz: “Assim também os maridos devem amar as suas mulheres como a seus
próprios corpos. Quem ama a sua esposa, a si mesmo se ama. Porque ninguém jamais odiou a sua própria carne, antes se alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja”.
É bem verdade que o homem normalmente gosta de amar muitas mulheres. Esse, entretanto,
não é o homem de Deus, o qual é fiel à sua esposa, porque vê nela a Igreja, assim como ele
representa Jesus.


Deus abençoe a todos abundantemente

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