domingo, 11 de abril de 2010

vencendo o inferno parte 5 ( final)

Este é o testemunho de Renato Pimentel, um homem que conheceu de perto e se relacionou diretamente com as manifestações mais malignas das trevas. Servindo ao diabo, declarou ódio ao bispo Macedo, chegando a persegui-lo pessoalmente. Hoje, ele é um membro fiel da IURD de Botafogo, no Rio de Janeiro. Leia também os capítulos 1, 2, 3 e 4 do testemunho.


No meio do ano de 1998, na Copa do Mundo da França, nasceu a nossa filha. Uma menina linda, abençoadíssima, que o demônio ainda tentou tocar, mas que por misericórdia de Deus, não conseguiu nem se aproximar dela.

Como ele não pode tocar nela, investiu na nossa vida conjugal mais uma vez. Fez com que furtassem o interior do meu carro, levando vários pertences de valor que estavam lá dentro. Isso me encheu de ódio e me fez buscar pelo autor do furto por meses e horas a fio. Não tinha dia nem hora. Ficava até o dia amanhecer vasculhando o bairro para ver se descobria quem havia feito aquilo. Com isso, mais uma vez o meu relacionamento estava indo pelo ralo e eu, cego de ódio, nem percebia. Esqueci que minha filha tinha nascido e não dava atenção nenhuma em casa, só queria pegar o desgraçado que havia furtado o meu carro. Eu e minha mulher não tínhamos mais diálogo. Nossa forma de tratamento era só à base de xingamentos e agressões verbais. Por diversas vezes quase nos separamos, mas isso não estava nos planos de Deus.

Eu continuava bebendo, fumando, porém já havia largado o centro de macumba, mas continuava de amizade com a tal pessoa misteriosa, sem identidade, que surgia e desaparecia do nada, pois ele era meu herói, havia me salvado da morte, não é mesmo? Maldito enganador! Derrotado! Que raiva me dá só de lembrar os anos e minutos da minha vida que perdi dedicando a este maldito do inferno!

No ano de 2000, num certo dia, reparei que minha mulher estava toda roxa, com os joelhos ralados. Achei aquilo muito estranho, porém não comentei nada com ela e fiquei na minha. Comecei a observá-la e descobri que ela estava frequentando a Igreja Universal. No início, fiquei possesso, mas depois fui deixando as coisas acontecerem e não falei mais nada. Zombava dela, chamava-a de otária. Dizia que os pastores só queriam o dinheiro dela; que naquela igreja só havia ladrão. Perguntava a ela por que ela não ia morar de vez na Igreja, já que passava a maior parte do tempo lá dentro, enfim, só falava o que o diabo queria que eu dissesse.

A luta dela foi muito grande, pois ela havia tentado se suicidar e não havia conseguido, porém, eu não sabia de nada e mesmo que soubesse não teria a devida sabedoria para administrar o fato. E eu, na minha arrogância e prepotência, fazia o jogo do diabo, tentando tirá-la do Espírito, afrontando-a, implicando com ela, falando um bando de besteiras, atormentando-a de todas as formas que eu conhecia. Porém, ela continuou lutando, lutando, lutando. Lutou durante 5 longos anos, até que, em 2005, numa terça-feira, resolvi acompanhá-la à reunião do descarrego. Foi uma loucura! Hoje, eu começo a rir de mim mesmo quando me lembro do episódio. Não me recordo de muita coisa, pois naquele dia eu já havia bebido bastante e a intenção era de ir à Igreja para afrontar os pastores.

Lembro-me da igreja muito cheia e das pessoas gritando (orando) muito alto. Aquele barulho todo me atordoava, me deixando muito irritado, desnorteado, querendo sair dali o mais rápido possível, porém, minhas pernas não respondiam à minha vontade. O pastor falava para fecharmos os olhos para orar e eu não fechava nada, ficava com eles bem abertos para ver se pegava algum furo ou algo de estranho que pudesse confirmar que todos lá eram pilantras; que tudo aquilo ali era armação. Para mim, aquelas pessoas que manifestavam com os encostos eram atores contratados pelos pastores, para representarem lá na frente do “palco” (altar), para amedrontar as pessoas e fazer com que elas dessem todo o dinheiro que tinham nos bolsos, para que o mal não as pegasse depois. “MEU DEUS, PERDOE-ME POR TANTA IGNORÂNCIA E BLASFÊMIA!”

Essa foi a primeira vez que vi minha mulher manifestada com o demônio dentro da Igreja. Lá fora eu já havia visto, mas dentro da Igreja é diferente. O demônio veio acuado, com medo, gritando coisas desconexas, ameaçando todo mundo, se jogando no chão, fazendo um monte de palhaçada, tentando intimidar os pastores e fiéis que estão presentes na reunião. Só que eu observei que de fingimento, ali não havia nada, pois, conhecendo a minha mulher como eu conhecia, eu sabia que ela jamais iria se prestar a fazer um papel ridículo daquele. Foi quando comecei a enxergar que dentro daquela igreja havia uma força maior que a do mal, e que o inferno todo tremia mediante o nome do Senhor Jesus Cristo.

A partir dali, comecei a frequentar a Igreja Universal, mas foi uma entrega total, com muito respeito e carinho por aqueles pastores e obreiros, que antes eram taxados de ladrões e pilantras por mim, e com muito amor e dedicação a Deus.

O diabo irou-se de uma forma tão grande que qualquer coisa que eu falasse, elogiasse, abrisse minha boca para falar a respeito de algo, tudo dava errado, a coisa quebrava, sumia, enfim, ele resolveu bagunçar de vez com a minha vida.

Foi quando me irei de vez com o capeta e fui ao centro espírita pegar as minhas coisas. Quando o demônio soube da minha intenção, virou-se para mim e me disse que se eu saísse de lá, ele iria me matar. Eu não aguentei. Dei uma gargalhada muito grande na cara dele e falei para que ele entrasse na fila e aguardasse sua vez, pois ele não era o primeiro, nem o único e que havia um monte de gente querendo fazer isso comigo também. E que ele fosse reclamar com Deus, pois A PARTIR DAQUELE INSTANTE EU SERVIRIA SOMENTE A UM DEUS; O DEUS ÚNICO, ONIPOTENTE, ONISCIENTE E ONIPRESENTE; O DEUS VIVO, O DEUS DE ISRAEL, O PAI DAS LUZES, O SENHOR DOS EXÉRCITOS. Foi quando ele deu um grito imenso e tentou partir para cima de mim. Eu fiquei parado onde estava e fiquei só olhando para a cara dele. Os olhos dele brilhavam de ódio. O bicho espumava, babava! Falava palavras desconexas me excomungando. E eu permanecia ali, parado, confiante, pois tinha plena certeza de que estava revestido e protegido com a armadura de Deus e ciente de que mal nenhum poderia me atingir. Virei às costas e vim embora para casa, deixando o derrotado para trás e nunca mais botei os meus pés em uma casa de encostos.

A partir daquele momento, a investida da besta fera sobre mim foi cruel. Ele não me deixava em paz em momento algum. Sabia que eu estava novo na fé e que se ele insistisse talvez conseguisse me afastar de Deus e trazer-me de volta ao reino das trevas.

Só que dessa vez o idiota quebrou a cara. Quanto mais ele me batia, mais eu me fortalecia mediante a presença do meu Deus. Quanto mais eu apanhava, mais eu orava e jejuava. Parecia um louco andando pelas ruas queimando o capiroto. Onde eu estivesse, que sentisse a presença do maldito ao meu redor, de imediato eu começava a orar e a queimar, pedindo a Deus forças e sabedoria para administrar aquele momento de fraqueza. E Deus cada vez mais ia me honrando e abençoando. Foi quando eu fiz uma aliança com Deus e entreguei totalmente a minha vida e a da minha família nas mãos dele e de Jesus, firmando um pacto de que ninguém da minha família partiria sem estar totalmente salvo. Nesse mesmo dia, batizei-me nas águas.

Em 2005, em uma das últimas manifestações do capiroto em minha esposa, nos foi revelado que ele estava agindo na nossa vida conjugal devido ao fato de não estarmos realmente casados perante Deus. Foi quando, no dia 16 de dezembro de 2005, eu e Claudia nos casamos oficialmente na Catedral de Botafogo e no civil, regularizando assim a nossa relação diante de Deus. O diabo dava pulos de ódio. O inferno estremeceu nesse dia!

Como o desgraçado não conseguia mais me tocar, nem no meu relacionamento, começou a rondar a minha família, atingindo meu filho, meus pais, meu irmão. Ele brincou de fazer crueldades com eles. Judiou muito dos meus parentes. Fez deles gato e sapato.

Foi uma fase muito dura na minha vida. Primeiro, ele tentou matar o meu filho, adoecendo-o gravemente, mas, com a graça de Deus, meu filho está vivo até hoje e tenho plena certeza que num futuro muito breve estará convertido e fazendo a obra de Deus em cima de um altar. Este é um dos meus propósitos com Deus, doa a quem doer para a honra e glória do Senhor Jesus Cristo.

Como o maldito viu que com o meu filho ele havia falhado, começou a investir nos meus pais. Veio pesado contra eles. Colocou na minha mãe o espírito da depressão, deixando-a quase louca. Ela vagava pelas ruas falando sozinha, pedindo comida aos outros, pedia dinheiro, mendigava, implorava atenção às pessoas, enfim transformou-a num verdadeiro farrapo humano. Por fim a colocou entrevada numa cama de hospital cheia de problemas físicos, necessitando passar por várias cirurgias, só que ele não contava com a intervenção divina, pois através das minhas orações e jejuns e também do trabalho dos evangelistas nos hospitais, ela converteu-se, aceitou Jesus, se batizou nas águas e foi ao encontro de Nosso Senhor Jesus, e o que é melhor de tudo, salva! Graças ao nosso bom Deus!

Com o meu pai, em relação aos problemas e doenças foi mais ou menos igual. Só não conseguiu colocar nele o espírito de depressão, mas os outros sintomas foram os mesmos, porém com um agravante, ele começou a beber. Depois de 70 anos de vida começou a ingerir bebida alcoólica e a perambular pela cidade como um mendigo. As pessoas o encontravam bêbado dormindo pelas marquises. Pedia comida aos outros, era motivo de chacota de todos, mas o meu pai não se dava conta de que era o desgraçado do diabo fazendo isso tudo com ele. Para ele, simplesmente era mais uma provação na vida e o culpado disso tudo era Deus. Imagine como eu me sentia com tudo isso. Meu pai é uma pessoa muito culta. Formado em jornalismo, foi redator e diretor de vários jornais no Rio de Janeiro e em São Paulo, escreveu várias matérias políticas, trabalhou em jornalismo televisivo e nas rádios também, enfim, um profissional conceituado e com um currículo extenso, passando por uma humilhação dessa. Mas, mais uma vez, meu Deus maravilhoso e misericordioso interveio por mim e ouviu minhas orações. Colocou o meu pai em uma casa de repouso, local tranquilo, e ninguém para maltratá-lo e humilhá-lo. Mas, a minha luta por ele permanece, pois, por ter certa idade e verdadeira aversão aos evangélicos, devido a sua profissão e a religião espírita, a sua conversão está sendo mais lenta. Mas a vida dele está nas mãos de Deus e tenho a plena certeza de que ninguém da minha família partirá sem estar salvo e convertido ao Senhor Jesus Cristo.

Recentemente, a minha mais nova vitória contra o capeta é a conversão simultânea do meu irmão e de seu filho.

Hoje, tenho muito a agradecer à Igreja Universal e aos pastores, homens de Deus que atuam nela, pregando a fé e ensinando a utilizá-la de forma racional e intensiva e assim também nos ensinando a conhecer e combater cada vez mais o mal.

Na Igreja Universal aprendi como orar, como jejuar, como repreender o mal, enfim, pude interagir mais com os homens de Deus e conhecer a fundo o trabalho deles.

Realmente, a vida no altar requer resignação, sacrifício e determinação, pois um vacilo qualquer e o mal se apossa do homem de Deus e daí o final dele é triste. E, dentro da Igreja Universal, o que vi foram homens de Deus transbordando em fé, os quais os demônios temem e não se habilitam em desafiar e pelejar de forma alguma. O diabo é tolo, mas não é burro. Ele sabe onde tem o poder e o fogo de Deus. Ele sabe com quem pode brincar e até quando pode brincar. E com Deus não se brinca.

Não me esqueço das palavras que Deus sabiamente colocou nos lábios do bispo Romualdo Panceiro em uma reunião: “Se a pessoa observar a obra do homem, isto irá afastá-la da Obra de Deus. É preciso olhar sempre para Deus e nunca desviar o olhar dEle para observar a obra do homem.”

São palavras que estão guardadas comigo até hoje e que jamais irei esquecer, pois me mantiveram e me mantêm firme na fé até hoje.

OBRIGADO, MEU DEUS, PELA OPORTUNIDADE QUE O SENHOR ME DEU EM CONHECÊ-LO. JAMAIS O ABANDONAREI.

POR FAVOR, SENHOR, ABENÇOE A TODOS OS HOMENS DE DEUS QUE ESTÃO A SEU SERVIÇO, FORTALECENDO-OS E PROTEGENDO-OS DE TODAS AS ARMADILHAS DO INIMIGO, NÃO DEIXANDO, EM HIPÓTESE ALGUMA, QUE SEJAM ATINGIDOS PELAS SETAS DO MAL E QUE ELES POSSAM CADA DIA MAIS SALVAR ALMAS PARA O TEU REINO.

SENHOR JESUS, ABENÇOE O BISPO MACEDO E QUE ELE SE MANTENHA FIRME EM SEU MINISTÉRIO PARA QUE POSSA CADA DIA MAIS LEVAR A TUA PALAVRA POR TODA A TERRA.

SENHOR, PEÇO TAMBÉM QUE O SENHOR ABENÇOE TODOS OS HOMENS DE DEUS QUE ME ACOMPANHARAM EM MINHA CONVERSÃO, POIS SEI QUE FOI MUITO DIFÍCIL PARA ELES, MAS TENHO A ABSOLUTA CERTEZA QUE AO LEREM O MEU TESTEMUNHO TERÃO A SATISFAÇÃO DE SABER QUE CONSEGUIRAM SALVAR, ALÉM DA MINHA, VÁRIAS OUTRAS ALMAS.

OBRIGADO SENHOR JESUS!

QUE DEUS ABENÇOE A TODOS OS HOMENS DE FÉ!

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