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sábado, 29 de maio de 2010

Ex-mãe de santo pede perdão

O testemunho que segue abaixo foi responsável pela conversão e salvação de várias almas:

Nascida em Minas Gerais, no dia 10 de Fevereiro de 1941, Roseli Silva sempre teve uma vida de muitas lutas. Apesar de ter sido rejeitada no ventre e entregue à sua avó paterna para criação, Roseli cresceu saudável, sempre apta ao trabalho duro.

Aos 18 anos ela se casou e em seguida teve 3 filhos. Depois de algum tempo, Roseli já tinha seu próprio centro e a cada dia sua dedicação aos espíritos imundos, cujos nomes não vale a pena mencionar, aumentava. Além de fazer os trabalhos espirituais, ela via, ouvia e conversava cara-a-cara com o que se intitulava chefe do inferno.

Apesar de nunca cobrar consulta, ela seguia fazendo trabalhos espirituais a fim de ajudar aqueles que a procuravam.

Até que um dia, assistindo ao noticiário da televisão, ela viu a reportagem sobre a prisão do bispo Edir Macedo. Indignada, achando que o bispo era culpado de todas as acusações, e que estava agindo de má fé para com outros, ela resolveu fazer um trabalho definitivo para matar o bispo, ali mesmo, dentro da prisão. Primeiramente, ela quis saber quais eram as verdadeiras intenções do bispo, suas ações no passado e no presente, a fim de ter certeza se ele era ou não culpado.

Caso fosse culpado, estava ordenada a morte dele em 3 horas; caso fosse inocente, era para ele ser solto dentro das mesmas 3 horas. Suas ordens eram sempre seguidas à risca pelo diabo.

No entanto, algo inédito e muito curioso aconteceu. A vela que ela havia acendido não permanecia acesa. Ela a acendeu por 3 vezes e, apesar de não haver nenhuma brisa, a mesma continuava se apagando. Foi aí que, buscando respostas, ela perguntou ao diabo, que lhe apareceu frente-a-frente: “Por que a vela não permanece acesa e o tal do bispo ainda vive? Logo, o demônio, conhecido pelo nome de Lúcifer, respondeu: “Nele eu não posso tocar.”

“Como é que é?”, perguntou ela. “Neste aí eu não posso tocar”, repetiu ele. “E por que não?” Perguntou novamente. “Por que ele é justo. Ele não está em falta.”

Ao reconhecer que havia Um que era maior do que aquele com o qual ela trabalhava, Roseli se indignou, porém o diabo continuou a falar: “E, tem mais, eu vim aqui também pela última vez te dar um recado. De hoje em diante, não tenho mais nada contigo e quando você for para aquela Igreja, que eu odeio, e colocar aquele uniforme de sangue, eu estarei te vigiando porque no seu primeiro deslize, eu te pego, pois a coisa que eu mais detesto é perder uma alma para o Grande.” Em seguida ela respondeu: “Pois, de hoje em diante, somos inimigos.”

Enquanto isso, sua assistente a chamava para informá-la que o homem para o qual ela havia feito o trabalho de morte havia sido solto. Assim foi confirmada para ela a inocência do bispo Macedo.

Logo, então, ela pediu que justiça fosse feita aos que tramaram contra ele.

Sem perder tempo, Roseli se desfez de seus utensílios de macumba e, quando se deu conta, estava dentro de uma Igreja Universal, em Goiânia. Ainda sem entender muito o que acontecia, ela conta que dentro da Igreja havia muitos espíritos imundos, porém, eles não estavam tão atrevidos, dando ordens ou gritando. Ela observou que muitos deles estavam de joelhos, amarrados, obedecendo ao que o pastor Israel estava ordenando.

Observou também que havia um dos chefes do inferno voando por cima do altar em volta do pastor. Ela, em sua simplicidade, começou a falar com aquele demônio e perguntou lhe: “Por que você não dá um chute na boca deste homem que esta falando estas coisas e me aborrecendo tremendamente?” Ele respondeu: “Não posso.” “Por quê?” Ela seguiu perguntando. “Ele está de estômago vazio. Nada comeu ou bebeu. Até eu, se der um murro nele, o faço cair? Eu não posso tocar nele porque ele não está em falta. Porém, eu sei de tudo que ele gosta e vou colocar na porta, na saída da Igreja”, respondeu com muito ódio aquele que permanecia em volta do pastor.

Naquele dia, o processo de libertação de Roseli começou. Através de sua obediência à Palavra de Deus e aos conselhos dos pastores, ela perseverou em conhecer aquele Deus que protegeu o bispo de seu trabalho espiritual. Sua libertação não demorou muito e, em pouco tempo, D. Roseli estava também batizada nas águas e no Espírito Santo.

Mesmo sabendo que Deus já havia perdoado os seus erros do passado, D. Roseli trazia dentro de si o sonho de pedir perdão ao bispo Macedo. Deus realizou o seu sonho e, como mostram as imagens, ela teve a oportunidade de, pessoalmente, pedir o tão esperado perdão ao bispo Macedo, a quem, hoje em dia, ela constantemente ouve, ora por ele e sua família.

Hoje em dia, ela tem prazer de dar seu testemunho para ganhar almas para o Reino de Deus, sendo eu uma delas. Cheguei à Igreja enferma, viciada em álcool, drogas, cigarro, seguidora de várias seitas, e também viciada em cartomancia, sem dinheiro, sem trabalho e sem casa.

Hoje, estou liberta, saudável, bem casada, feliz e próspera, Graças a Deus!

Como diz a D. Roseli: “Da Igreja Universal jamais sairei. Mesmo que o Bispo Macedo saísse, o que é impossível, de lá eu jamais sairei porque conheço a verdade. Sei que estou viva devido ao esforço, dedicação e à obediência dele e de seus pastores à Palavra de Deus.

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