domingo, 9 de maio de 2010

frutos do Epírito Santo parte I

Este é o assunto, talvez, de menor complexidade para entender, porém, o mais difícil de realizar. Não que seja de difícil acesso, mas o que normalmente ocorre é que as pessoas estão mais preocupadas com os dons e fascínios do Espírito que propriamente com o exercício constante de uma vida que reflita o caráter de Deus.
É claro que, em se tratando de frutos espirituais, conseguimos manifestá-los até com certa facilidade às pessoas que estão longe de nós ou com quem mantemos um relacionamento esporádico. Entretanto, isso não ocorre com aqueles que vivem conosco e que presenciam constantemente as nossas atitudes. Para estes, a coisa se torna bastante difícil, e às vezes até impossível. O fruto do Espírito é algo exigido naturalmente, não só por Deus e as demais pessoas, mas sobretudo pelas nossas próprias consciências, que sempre estão com as “antenas” ligadas para registrar quaisquer falhas. O fruto do Espírito é imperativo na vida de cada seguidor do Senhor Jesus, pois Ele mesmo disse que seríamos conhecidos pelo fruto: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.” (João 13.35).
O que significa o fruto do Espírito Santo? Todos nós sabemos que um fruto é o resultado final daquilo que se planta. É muito importante frisar que, se alguém pretende colher um determinado fruto, precisa plantar a semente desse fruto. É claro, ninguém pode querer colher bananas, plantando sementes de laranjas e vice-versa. Todo bom agricultor, antes de plantar, escolhe a boa semente, terra apropriada e o tempo determinado para semear, pois cada semente tem uma época certa para ser plantada e colhida. A vida cristã também não é muito diferente: há o momen-to certo da plantação e também da colheita.


Autor: Bispo Macedo

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