domingo, 9 de maio de 2010

O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO - PARTE III
Realmente, quando o fruto do Espírito é externado através de cada um de nós, então, temos o próprio Jesus andando com nossos sapatos, vestindo a nossa roupa,
falando, ouvindo, vendo; enfim, participando do nosso cotidiano e brilhando através de nós por onde formos. Isso é o cristianismo verdadeiro, retrato autêntico da Igreja primitiva, e a imagem e semelhança de Deus resgatada novamente pela fé.
Um detalhe muito importante e que, na maioria das vezes, passa despercebido é o fato de o Espírito Santo considerar todas as suas nove modalidades de expressão de caráter como se fossem apenas uma.
O apóstolo Paulo não era leigo no conhecimento para desconsiderar que os nove frutos são, na realidade, apenas um: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.” (Gálatas 5.22,23).
Ele sabia que eram nove os frutos, porém, ainda assim, o Espírito Santo queria que Paulo registrasse todos como se fossem um, para deixar claro que não se pode dividi-los, isto é, ninguém pode produzir, por exemplo, o amor e omitir a alegria, porque todos eles
são interligados e indivisíveis.
Se alguém manifesta a alegria, por exemplo, e não demonstra o amor na sua vida, este não é um fruto do Espírito. Talvez seja proveniente das circunstâncias do momento, ou seja, uma falsa alegria, pois a verdadeira só existe quando é fruto do amor, que precede e acompanha todos os dons do Espírito.

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