segunda-feira, 23 de março de 2015

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Vítima de um boato da internet

Depois de uma falsa publicação em uma página do Facebook, Fabiane, de 33 anos, foi cruelmente linchada
Tudo começou com uma publicação no grupo “Guarujá Alerta”, comunidade do Facebook na qual ao menos 65 mil membros recebem atualizações diárias com denúncias de roubos ou irregularidades no município, um dos mais violentos do estado de São Paulo, ao mesmo tempo em que é um famoso balneário turístico da capital paulista.
A postagem na página da rede social trazia um retrato falado de uma moça branca, com lábios carnudos e cabelos escuros, acompanhado de um alerta: a mulher da imagem estaria sequestrando crianças para praticar rituais de magia negra com elas. Rapidamente, a mensagem se espalhou como um vírus entre os cerca de 20 mil moradores de Morrinhos. Por um mês pelo menos, pais recolheram seus filhos mais cedo com medo do que a agressora poderia fazer com eles.
Era um sábado de sol no último dia 3 de maio. Fabiane Maria de Jesus, de 33 anos, voltava da igreja, onde passou para buscar sua Bíblia, que havia esquecido na semana anterior. No caminho da volta para casa, parou no supermercado. Ao sair, ofereceu uma fruta que havia comprado a uma criança que estava sentada do lado de fora. Uma pessoa viu e a identificou como a suspeita aliciadora de menores da publicação do Facebook. Em poucos minutos, centenas de moradores a cercaram. Imbuída de um senso de justiça, a população resolveu agir por contra própria. Sem qualquer chance de defesa, Fabiane foi espancada ao som da turba ensandecida que clamava por vingança. Ela recebeu pontapés, socos, pauladas na cabeça, foi amarrada, arrastada e arremessada de uma ponte.
Quem não a agrediu, colaborou indiretamente, incentivando os “justiceiros” ou filmando tudo. Em um dos vídeos da agressão colocados na rede é possível ver que um rapaz passa com o pneu da bicicleta por cima da cabeça dela. Em outro, Fabiane, muito debilitada e sem forças, tenta levantar a cabeça e dizer algo. Impossível escutar o que ela dizia. Uma multidão de aproximadamente 100 pessoas entoava gritos de “mata, mata”. A ambulância que veio resgatá-la teve dificuldade para chegar ao local, os moradores jogaram pedras no automóvel para impedir sua chegada.
Fabiane não resistiu aos ferimentos e morreu dois dias depois na UTI do Hospital Santo Amaro. Enquanto ela estava internada, a Polícia constatou que ela era inocente. E mais: não havia sido registrado nenhum caso de sequestro de crianças na região nas últimas semanas. Tudo não havia passado de um boato, disseminado rapidamente e com força pela internet. O retrato falado era, na realidade, de uma mulher do Rio de Janeiro que havia tentado sequestrar uma criança no passado. Essa imagem já tinha rodado a internet em outras ocasiões, sempre com um tom alarmista. A dona de casa do Guarujá teve a infelicidade de se parecer com a mulher do retrato falado. Ainda que Fabiane fosse de fato culpada, ela teria que ser encaminhada a uma delegacia, ser investigada e julgada pela Justiça.
No entanto, Fabiane não somente era inocente, como não era envolvida com bruxarias, era evangélica, casada com o porteiro Jaílson Alves das Neves, de 40 anos, e mãe de duas meninas, Yasmin, de 12 anos, e Nicole, de apenas 1 ano.
No mês das mães, as duas crianças não têm o que comemorar. Até o fechamento desta edição, dois homens haviam se entregado à polícia: o eletricista Valmir Dias Barbosa, de 47 anos, preso no dia 6, e possível responsável pela paulada violenta na cabeça de Fabiane, que, segundo a equipe médica, teria sido o golpe fatal que culminou com sua morte; e Lucas Rogério Fabrício Lopes, de 19 anos, que teria passado com uma bicicleta sobre a cabeça de Fabiane. Eles mataram Fabiane, mas sua sentença já havia sido decretada quando o boato foi lançado.
Elas também foram vítimas da fofoca
Boato, mentira, calúnia e fofoca são todos da mesma família. Podem até parecer inofensivos no começo, mas provocam reações negativas em quem escuta, são altamente destrutivos e podem manchar uma reputação para sempre. A gerente comercial Simone Tateishi, de 34 anos, de Bauru viveu isso. Ela começou a enfrentar problemas no trabalho quando o restaurante que gerenciava foi vendido para uma rede de fast- food. “A nova dona do negócio não me queria lá. Então, ela colocava minha equipe contra mim. Meus colegas vieram me contar que ela falava que eu não sabia gerenciar um restaurante”, conta.
Assim como Simone, muita gente enfrenta boatos no ambiente de trabalho. Esse é, talvez, um dos mais perigosos tipos de calúnia, pois prejudica a imagem profissional da pessoa, impedindo-a de conseguir um emprego ou de se recolocar em outra empresa. “A nova dona do negócio colocou minha honra debaixo do chinelo. Dizia que eu não prestava para nada. Meus funcionários passaram a me tratar de forma diferente”, relembra Simone.
Outro tipo de boato muito comum e não menos agressivo é referente à reputação de uma pessoa. A cuidadora de crianças Valéria Rodrigues da Silva, de 19 anos, da pequena cidade de Tucuruí, no Pará, sentiu na pele o que é ter sua vida comentada por toda a vizinhança. “As pessoas falavam muito a meu respeito. Na época, eu andava com más companhias. Então diziam à minha mãe que eu era homossexual, que eu era ladra e não prestaria para nada. Minha mãe acreditava e me batia muito”, conta a jovem. “Mas era tudo mentira. Apanhei muito em casa por causa das fofocas”, desabafa.
Quem nunca deu início a um boato, que atire a primeira pedra. Na época em que Simone era vitima das intrigas de sua chefe, ela própria espalhava mentiras sobre a Universal e sobre o Bispo Edir Macedo. “Antes de ser convertida, eu dizia a todos que ele era um ladrão e que a igreja roubava os outros. Até desejei que ele morresse. Se tivesse a oportunidade hoje, gostaria de pedir perdão a ele”, confessa. No entanto, ela mesma passou a se questionar. “Se ele era tão ruim como diziam, por que é que sua igreja só cresce? Fui à Universal conferir. Me converti e me libertei de vícios que eu tinha na época, como o cigarro”, conta.
Tanto Simone quanto Valéria decidiram se afastar do ambiente de fofocas do qual foram vítimas. “Eu pedi demissão. Achei que seria o melhor a ser feito naquela hora. E foi.Senti um alivio muito grande”, conta a gerente comercial. “Eu fui morar com uma tia que era obreira. Ela me acolheu e me levou à Universal”, conta Valéria, que diz não guardar mágoa de sua mãe. “Se ela tivesse conversado comigo e pedido para eu explicar se era verdade ou mentira, mas ela não me ouvia e logo partia para a agressão. Falaram tanto sobre mim e no final das contas eu não fazia nada de errado. Eu jamais faria o mesmo com alguém”, diz.
Caso Escola Base
O caso mais emblemático no qual a imprensa condenou e manchou para sempre a reputação de pessoas inocentes ficou conhecido como “Escola Base”. Em 1994, Icushiro Shimada, um dos proprietários da escolinha, sua mulher, Maria Aparecida, professores e um perueiro foram acusados de abusar sexualmente de crianças. O delegado determinou a prisão de todos. Eles foram ameaçados de linchamento e tiveram suas casas depredadas pela população. No final das contas, descobriu-se que eles eram inocentes. Icushiro desenvolveu problemas cardíacos e morreu, no dia 16 de abril deste ano, vítima de um enfarte.Sua esposa morreu de câncer em 2007.

A intimidade escancarada na rede com os selfies

Qual o limite da exposição? Nova moda entre casais revela a falta de bom senso online
Não dá uma sensação boa saber que aquela foto que você postou online teve centenas de curtidas e muitos comentários? Em um mundo em que a tecnologia ganha cada vez mais adeptos e se inova a cada dia, os conteúdos divulgados pelos usuários nas redes sociais têm surpreendido e muito. Mas algumas pessoas chegaram ao limite – ou melhor, passaram dele – no quesito “expor a intimidade para ganhar curtidas”.
Os selfies (um neologismo com origem no termo self-portrait, que significa autorretrato) viraram mania nas redes sociais – inclusive o respeitabilíssimo Dicionário Oxford, o mais extenso da língua inglesa, anunciou que esta nova palavra já está em suas páginas porque só no ano passado as citações a ela cresceram 17.000% .
Eles viraram algo comum, quase um fenômeno. A pessoa estica o braço, tira uma foto dela mesma e compartilha online com os amigos. Até aí tudo bem. Encontramos no Facebook, Instagram, MySpace e outros os famosos selfies dos nossos amigos com a família, namorado (a), comendo, passeando... Mas a última moda assusta: o selfie pós-sexo (after sex, em inglês). O que significa? Logo depois da relação íntima, o casal publica (para todos verem e saberem o que eles estavam fazendo) uma foto na cama.
Pois é. Essa é a prova concreta de que os internautas perderam a noção e o bom senso do que compartilham na internet. Em entrevista ao jornal inglês "Daily Mail", Chris Chesher, especialista em culturas digitais da Universidade de Sydney, disse que a moda das fotos pós-sexo invadiu o Instagram porque a rede social é relativamente nova. Ele explicou que as pessoas não têm consciência dos riscos de compartilhar detalhes da intimidade. “Com mais usuários adotando esse comportamento, as pessoas não se dão conta dos riscos da superexposição”, afirmou o especialista.
Antes das redes sociais, as pessoas tinham mais privacidade e não havia a necessidade de mostrar ao mundo como se sentiam ao levantar, almoçar e agora até mesmo ao fazer sexo. Chamar atenção dessa forma não é um caminho sábio. Por isso, preste atenção no que você publica, porque o que você posta diz tudo sobre o seu valor. É necessário provar ao mundo que é feliz ou para si mesmo?
A tecnologia é uma aliada para todas as áreas da vida, mas somente quando é utilizada de maneira positiva. Caso contrário, é um retrocesso. Então é importante saber usá-la. Você tem exposto sua vida online? Quais são seus critérios e objetivos ao postar uma imagem? Não caia nas tendências e fuja desse mal que dizem ser normal, porque o que hoje parece inofensivo amanhã mostrará suas garras.

O que fazer quando só ele tem prazer?

A situação é mais comum do que você pensa e o diálogo é essencial para mudar esse quadro

Vocês estão casados, ele trata você superbem, é atencioso e companheiro, mas como anda a vida sexual de vocês? Você está insatisfeita com o seu marido na cama? Quando a relação acaba, você sente como se ela nem tivesse começado? Calma, não é só você que passa por isso. Segundo uma pesquisa recente sobre a vida sexual, feita em 37 países, metade das pessoas que moram no Brasil não estão nada felizes com ela. O maior índice de reclamação é das mulheres: 56%. As principais queixas refrem-se ao desempenho sexual e à falta de prazer.
Foram exatamente esses motivos que fizeram Cleyde M., de 25 anos, fazer greve de sexo com o marido, pois ela não se sentia nada satisfeita. Em busca de ajuda, ela escreveu uma carta ao casal Renato e Cristiane Cardoso e, em seu blog, o palestrante relatou a história do casal. Ela contou que é casada há quatro anos e que as relações sexuais com o esposo duravam de 10 a 15 minutos. “Isso me deixava irritada, ele se satisfazia e eu sempre ficava só na expectativa. Até que chegou um momento que eu falei: ‘Não dá mais, chega! Se você quiser continuar casado comigo, continuamos, mas não temos mais sexo’. Ele respondeu que não queria continuar casado sem ter sexo, mas mesmo assim não melhorou”, reclamou.
Algo nessa história chama atenção: a falta de diálogo entre Cleyde e o marido é gritante. Assim como ela, milhares de casais cometem o mesmo erro. O brasileiro geralmente fala sobre sexo, mas de forma leve, quase como brincadeira, só que, quando o assunto é sério, aí a coisa muda de figura.
Existe solução
“É preciso paciência e muita comunicação. Ele precisa entender o que você gosta e receber seu feedback para saber se está acertando. Quando ele erra, entenda que isso já é muito vergonhoso para ele, sem que você precise humilhá-lo. Infelizmente, suspeito que a maneira que tudo se desenrolou deixou não somente você muito frustrada mas ele também muito humilhado”, explicou Renato Cardoso para Cleyde.
E esse conselho não serve apenas para ela. Para a mestre em psicologia e sexóloga Cristina Werner, as características que temos diferentes dos animais são a fala e a cultura. Por isso é importante se comunicar e fazer perguntas durante o ato ou então falar depois o que não foi bom e por que não foi. “O casal tem que ter liberdade para conversar. A mulher precisa falar com o marido. No sexo, é preciso dizer do que gosta ou não”, afirma a especialista.
Para a mulher, é mais difícil “chegar lá” realmente? Fisiologicamente, sim. A explicação é que, enquanto o homem gasta apenas 50 ml de sangue numa ereção completa, a mulher gasta meio litro de sangue para ficar com a pélvis preparada para a relação sexual. Dessa forma, o sangue demora mais a se concentrar naquela região. O homem leva de 1 a 4 minutos para ter orgasmo e a mulher precisa de 12 a 14 minutos.
Segundo a sexóloga, a sexualidade é a marca do casal. “É a única coisa que você não faz com outra pessoa. Então, se o sexo não acontece, o casamento não tem mais sentido, parecem dois irmãos”, ressalta, acrescentando que o casal não deve deixar o diálogo de lado.
Carla* perdeu a virgindade depois do matrimônio, fez tudo dentro dos conformes, mas nos primeiros anos de casamento ela demorava para sentir prazer na hora do sexo. “Por conta da ejaculação precoce que meu esposo tinha, comecei a me sentir frustrada, com pensamentos iguais aos da pessoa que escreveu no blog: Pensava ‘poxa, só ele tem prazer e eu não?’ Mas eu percebia que ele ficava muito decepcionado quando só ele tinha prazer”, conta a entrevistada.
Ela conseguiu convencer o marido a ir ao médico, que disse que o problema dele era psicológico. A partir deste dia, os dois, juntos, procuraram melhorar a relação sexual e hoje têm um casamento completo. “Eu deixei os pensamentos negativos de lado e comecei a ser mais paciente. Quando quero algo, já fico pensando durante o dia. Tento me concentrar mais, porque sei que demoro mais do que ele. Também não tenho vergonha de pedir para ele fazer algo que me estimule. Antes, eu tinha. Acho que esse é um dos grandes problemas das mulheres”, observa Carla.
Ela acredita que tudo começa na mente, na concentração, e no entrosamento do casal. “Eu não fico me contaminando com o que as minhas amigas falam, com pornografia ou novas experiências. Eu o amo, sei que ele também me ama e quer que eu sinta prazer. Então, trabalhamos juntos nisso e tem dado certo”, diz.
Não seja um analfabeto sexual
Como na história de Cleyde, muitas mulheres não sentem prazer na cama e chegam a ponto de pensar que não amam mais o parceiro. Mas a sexóloga destaca que, assim que a pessoa compreende a importância do ato sexual no matrimônio, os problemas tendem a desaparecer. “O sexo na mídia aparece de forma jocosa, moralista ou escrachada demais, às vezes até em tom higienista. E difícil achar alguém que fala sobre sexo com naturalidade. Mas o sexo foi legitimado por Deus. Nosso organismo foi programado para dar e sentir prazer”, conclui.
O sexo no seu casamento merece uma chance
• Invista nas preliminares
• Converse com o seu parceiro e não seja agressiva. Comece pelos assuntos do dia a dia, do trabalho e depois fale sobre suas dúvidas e sugestões
• Criem momentos para o prazer. Para quem tem dificuldade com isso, o primeiro passo sempre é complicado. Então, aproveite as datas, aniversário de casamento, Ano-Novo, etc
• Procure informações e não tenha vergonha de pedir ajuda
• No site www.casamentoblindado.com/sexo há dicas importantes para o casal melhorar o desempenho na cama
• O DVD “Sexo em um Casamento Blindado” é uma ótima opção para os casais tirarem dúvidas e resgatarem o bom sexo no casamento. Adquira pelo site arcacenter.com.br/lancamentos/dvd-sexo-no-casamento-blindado.html
* Nome fictício a pedido da entrevistada

Sexo livre na sua tela

A banalização do ato nas telas de cinema ultrapassa os limites da vulgarização. Entenda como isso pode prejudicar o seu relacionamento

A quantidade de livros, novelas, músicas e filmes com conteúdo vulgar e erótico está cada vez maior e mais acessível em nossa sociedade. Você já parou para pensar quais as consequências da disseminação desse tipo de informação? O sexo, as carícias descompromissadas e as relações passageiras estão ao alcance dos olhos, banalizadas e reduzidas a algo corriqueiro e pouco importante. O consumo desses conteúdos custa caro e você pode escolher se quer pagar ou não por eles.
Para Renato Cardoso, apresentador do programa “The Love School – A Escola do Amor,” da Rede Record, o que está acontecendo ao nosso redor é uma verdadeira revolução cultural. “Ela está trazendo e ainda trará muitos resultados negativos aos casamentos, às famílias e também às pessoas solteiras. Essa revolução cultural está acontecendo de várias formas, por vários canais, e um deles é o dos filmes”, afirmou, durante programa de rádio “A Escola do Amor Responde”, transmitido pela Rede Aleluia (99,3 FM).
Na ocasião, ele comentou sobre a grande quantidade de filmes com forte conteúdo sexual que havia sido indicada para premiação no ano passado, em um famoso festival internacional de cinema. Uma verdadeira exposição do sexo como um mero atrativo comercial, apresentado de forma explícita em troca de audiência e de grandes bilheterias. Mas não é apenas isso.
“A ideia que a gente vê nessa revolução cultural é exatamente a lavagem cerebral. Esses filmes são premiados. Os críticos, que são pessoas que supostamente entendem do assunto, glorificam e exaltam esses filmes. Sem você perceber, a sua mente está sendo lavada”, ressaltou o apresentador.
“Se você não cuidar, se você não se preocupar, a sua mente estará sendo lavada e nela serão acrescentadas essas ideias, esse conteúdo que diz que sexo é uma coisa banal e que é tão simples como sujar a mão e lavá-la novamente. Não como algo exclusivo de uma relação amorosa e de casamento, em que o compromisso prevalece”, completou.
Final do tabu?
O sexo nas telas deixou de ser um tabu e tem se tornado cada vez mais trivial. As cenas apelativas mostram atos pornográficos de uma forma escancarada e desconectados de envolvimento emocional. Muitas vezes, de uma maneira ruim e desrespeitosa, quando o companheiro ou companheira não passa de objeto sexual. As relações estão deixando de ter a importância que realmente merecem.
A indústria cinematográfica quer que você, leitor, veja isso como algo normal, natural. Mas você precisa ser inteligente e ter uma visão crítica sobre o assunto. Muito mais que um mero prazer carnal, o ato feito no casamento é o resultado de conhecimento mútuo entre o homem e a mulher. É o resultado da entrega, da descoberta e, principalmente, do respeito.
Dessa forma, é importante saber separar a sua vida da realidade apresentada na tevê e nos filmes. “Você precisa decidir o que vai querer para você e para o seu relacionamento. Por isso, existe a necessidade de blindar o casamento. Se a pessoa não blindar, é muito fácil que essas ideias comecem a entrar na vida delas”, finaliza o apresentador.